A educação financeira pode ganhar espaço nas salas de aula do Brasil. Na quarta-feira (15), o Senado Federal aprovou a inclusão desse tema no currículo dos ensinos fundamental e médio, em votação no plenário.
A proposta, apresentada pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), sugere que a educação financeira seja abordada de forma transversal, integrando disciplinas como matemática, história e geografia ao longo do percurso escolar dos estudantes.
Desde 2017, a educação financeira já integra a Base Nacional Comum Curricular. Com a aprovação no Senado, a inclusão agora também faz parte da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o que a torna obrigatória nas escolas. Cada instituição terá a liberdade de adaptar o assunto conforme a realidade local, evitando assim sobrecargas para os alunos.
Além da educação financeira, a relatora do projeto também adicionou a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária. Isso significa que os estudantes aprenderão sobre a relevância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de compreender o funcionamento da previdência social e dos seguros.
Como o texto passou por alterações, ele será enviado novamente à Câmara dos Deputados para uma última análise.
Com informações de forbes.com.br.







