Belo Horizonte – O PL de Minas Gerais decidiu não registrar a candidatura da pastora Renata Vieira a deputada. Ela se tornou notícia após ser flagrada agredindo um entregador de móveis em Contagem, cidade próxima à capital mineira. A pastora alegou ser vítima de violência política e afirmou que o entregador teria iniciado a briga.
Em comunicado, o partido informou que, em função dos ocorridos com Renata Kelly Vieira Rocha, optou por apresentar apenas uma chapa para as eleições, sem incluir a filiada.
Principais pontos do caso
- A confusão aconteceu na quinta-feira, dia 16 de julho, em Contagem;
- Vídeos mostram Renata Vieira agredindo o entregador, arremessando uma pedra e entrando em confronto físico;
- A pastora defende que foi agredida primeiro, justificando sua reação;
- Pessoas próximas ao entregador afirmam que a discussão começou durante a entrega de um sofá;
- Renata apresentou hematomas, recebeu atendimento médico e realizou um exame de corpo de delito;
- Em um depoimento, ela reconheceu que agiu incorretamente, mas reforçou que apenas se defendeu;
- A alegação de motivação política por parte da pastora ainda precisa ser confirmada;
- A Polícia Civil está investigando o incidente e analisará as imagens captadas.
O PL de Minas Gerais destacou que não compactua com agressões ou comportamentos que fujam aos princípios de respeito e responsabilidade que devem guiar a atuação de seus membros. De acordo com a nota do partido, a decisão de barrar a candidatura é de natureza política em função da seriedade do incidente, e não uma punição disciplinar.
Além disso, o Conselho de Ética do partido seguirá com a investigação para verificar eventual infração por parte de Renata, garantindo seu direito ao contraditório e ampla defesa conforme o Estatuto do Partido. A conclusão do processo poderá resultar em advertências, suspensão ou até exclusão do quadro do PL.
Com informações de metropoles.com.






