A defesa de Thiago Miranda se manifestou, negando qualquer irregularidade relacionada à Operação Compliance Zero. De acordo com as investigações, quando as vantagens financeiras propostas eram recusadas, o grupo liderado por Thiago utilizava práticas de assédio, intimidação e coação. Essas ações incluíam o uso de informações pessoais obtidas ilegalmente através de plataformas clandestinas de busca de dados.
Os desdobramentos desse caso têm trazido à tona questões relevantes sobre a segurança de dados e os limites das práticas de negócios na região de Jaraguá do Sul e em todo o estado de Santa Catarina.
Com informações de g1.globo.com.








