O ouro é um dos metais mais apreciados globalmente, e sua beleza atemporal é um tema frequente de discussão. Um recente estudo revelou que o segredo por trás do brilho duradouro do ouro não reside apenas em sua composição química, mas na reorganização dos átomos em sua superfície.
De acordo com os pesquisadores, esse rearranjo atômico é um fenômeno natural que dificulta a reação do oxigênio com o metal, uma interação que poderia levar à oxidação ao longo do tempo.
Simulações revelam comportamento do ouro
A pesquisa, conduzida por especialistas da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, utilizou simulações computacionais para modelar a interação entre átomos e elétrons e como as moléculas de oxigênio se comportam em relação às superfícies comuns de ouro.
Os achados indicam que, se não houvesse essa reorganização atômica, as moléculas de oxigênio conseguiriam se unir mais facilmente e reagiriam com o ouro, causando deterioração do metal. No entanto, a reorganização cria uma barreira protetora em escala atômica, preservando o brilho do ouro indefinidamente.
Esse fenômeno é o que garante que joias, moedas e outros objetos feitos desse metal continuem resistentes e reluzentes, mesmo após séculos de uso.
Com informações de metropoles.com.








