Os Estados Unidos anunciaram uma terceira rodada de ataques após o Irã informar que fechou, no último sábado (11/7), o Estreito de Ormuz. A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã confirmou o bloqueio, alegando que foi uma resposta a uma embarcação que tentou navegar por uma rota não autorizada.
Em uma declaração por meio das redes sociais, o Comando Central dos EUA informou que os ataques foram desencadeados após a Guarda Revolucionária Islâmica ter atacado um navio porta-contentores, flagrado no Chipre, chamado M/V GFS Galaxy. O incêndio, resultado dos danos ocasionados, deixou um membro da tripulação civil desaparecido.
“O Irã teve mais uma oportunidade de demonstrar o cumprimento do Memorando de Entendimento, após ter sido responsabilizado por ataques anteriores, mas falhou novamente. Por isso, os EUA estão aumentando o custo para o país”, afirmou o Comando Central.
A Guarda Revolucionária Islâmica relatou ter disparado um aviso contra o navio, justificando que a embarcação havia colocado em risco a segurança marítima ao desligar seus sistemas.
Em suas redes sociais, a Guarda Revolucionária Islâmica ressaltou que qualquer interferência estrangeira ou determinação ilegal de rotas de navegação na região será respondida de forma decisiva, interrompendo a normalização do tráfego no estreito.
Os EUA, por sua vez, afirmam que os novos ataques visam reduzir a capacidade do Irã de atacar embarcações civis e comerciais. De acordo com informações, Washington deu um prazo até o próximo sábado para Teerã interromper os ataques contra navios que transitam pelo Estreito de Ormuz e reconhecer que a hidrovia está aberta.
Com informações de metropoles.com.









