O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi formalmente anunciado como o candidato do Partido Novo à Presidência da República nesta segunda-feira (27). A decisão foi tomada durante a convenção nacional da legenda realizada em formato virtual, seguida de uma coletiva em Brasília, que contou com a presença do presidente do partido, Eduardo Ribeiro.
No seu primeiro pronunciamento após a candidatura, Zema não hesitou em criticar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o partido PT e membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se apresentou como um candidato que compreende o “Brasil real” e mencionou estar ciente dos desafios enfrentados pela população.
Embora tenha falado sobre questões envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, seu concorrente na eleição, Zema evitou ataques diretos, numa mudança de abordagem em relação a meses anteriores.
Durante seu discurso, a segurança pública foi um dos temas centrais. Zema defendeu a classificação de facções criminosas como organizações terroristas e propôs a construção de um presídio na Amazônia para abrigar líderes do crime organizado. Ele destacou que a situação de algumas regiões do Brasil, onde o Estado perdeu espaço para o crime, é uma ameaça à soberania nacional.
Em relação à escolha de um candidato a vice, Zema afirmou que a definição será feita até 5 de agosto e que o escolhido deve ter “ficha limpa”.
- Criticou o STF e defendeu mudanças como idade mínima de 60 anos para nomeações ao tribunal.
- Prometeu endurecer o combate ao crime organizado e propôs a ideia de “prisão em massa” para líderes das facções.
- Compartilhou promessas de impedir a “farra dos intocáveis” e combater a corrupção na administração pública.
Zema também se comprometeu a agir em prol de um ambiente mais favorável para empreendedores, enfatizando a necessidade de reduzir a burocracia e a carga sobre negócios e investidores.
Com informações de g1.globo.com.









