Um homem em Santa Catarina tem enfrentado problemas com cobranças de IPTU relativas a um imóvel que vendeu há 33 anos. A questão ganhou destaque após o voto da desembargadora Denise Volpato, que apontou que a falta de registro da venda por parte do comprador resultou em “consequências jurídicas graves”. Isso inclui a manutenção do antigo proprietário nas listas de devedores, inscrição de débitos tributários em seu nome e a necessidade de um processo judicial para resolver a situação.
Esses fatores sublinham a importância de regularizar questões imobiliárias, pois podem gerar transtornos que se estendem por décadas, mesmo em regiões como Jaraguá do Sul.
Com informações de g1.globo.com.






