
De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, a renomada cantora Anitta, aos 33 anos, compartilhou em sua participação no Flow Podcast que a autobiografia de Carmen Miranda teve um impacto significativo em sua trajetória pessoal e profissional. Durante a conversa com o apresentador Igor Coelho, a artista abordou críticas relacionadas ao seu suposto fracasso e refletiu sobre as influências que a moldaram.
Anitta revelou que um diretor de cinema lhe presenteou com o livro, sugerindo que ela "reescrevesse o final" da narrativa de sua vida. Naquele período, a artista enfrentava desafios de saúde, consequência da pandemia de Covid-19, sentindo que seu corpo havia mudado de maneira irreversível.
"Quando comecei a entender a carga de trabalho que Carmen teve e como isso a levou a um colapso — ela sofreu um infarto ao vivo durante uma transmissão — pensei: ‘Caramba, isso é muito eu!’. Passei a perceber a necessidade urgente de mudar meus hábitos e prioridades", disse Anitta.
Essa reflexão, desencadeada pela história de Carmen Miranda, se tornou uma virada crucial no bem-estar da cantora. "Antes, estava muito focada em aumentar números, fama e fortuna, mesmo que o dinheiro não fosse para eu gastar", contou ela, enfatizando a transformação que experimentou.
Durante o bate-papo, Anitta reiterou que não vê sua carreira como um fracasso. Orgulhosa de suas conquistas, citou colaborações internacionais marcantes, incluindo um show com Madonna, uma turnê ao lado de The Weeknd, e uma parceria musical com Snoop Dogg.
"Se isso é o que chamam de fracasso, eu adoraria fracassar assim pelo resto da vida. Que tipo de fracasso excepcional! Para mim, cada passo foi uma vitória significativa, muitas das quais eu nunca imaginei que poderia alcançar", afirmou, entre risadas.
Recentemente, Anitta se destacou como convidada especial na turnê "After Hours Til Dawn" de The Weeknd. Nos dias 26 de abril, 30 de abril e 1º de maio, ela também estará se apresentando com o cantor canadense em shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil.



