A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com ações na bolsa sob o código CSNA3, divulgou dados preliminares não auditados referentes ao primeiro semestre de 2026, que se encerrou em 30 de junho.
No período, a CSN projeta um prejuízo líquido entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão. Caso essa expectativa se concretize, a empresa verá um aumento de 50% a 62% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o prejuízo foi de R$ 861,9 milhões.
A receita líquida, por sua vez, deve se manter estável em relação ao ano anterior, quando a empresa registrou R$ 21,6 bilhões.
O EBITDA ajustado esperado para este semestre é de R$ 5,3 bilhões a R$ 5,4 bilhões, enquanto no primeiro semestre de 2025 o valor foi de R$ 5,2 bilhões.
Em termos de endividamento, os números preliminares indicam que a dívida bruta e a dívida líquida ajustada devem crescer, alcançando no máximo R$ 54 bilhões e R$ 44 bilhões, respectivamente. No final do primeiro trimestre deste ano, a CSN reportou dívidas de R$ 50,4 bilhões e R$ 40,5 bilhões.
Prevê-se um aumento moderado na alavancagem, que não deve ultrapassar 3,5 vezes o EBITDA da companhia. A posição em caixa também deve apresentar leve alta, partindo dos R$ 12,8 bilhões verificados ao final de março.
A CSN ressalta que as informações disponíveis são provisórias e estão sujeitas a ajustes finais, não substituindo os demonstrativos financeiros completos conforme as normas IFRS.
Resultados do 2T26
De acordo com o cronograma de resultados, a CSN deverá divulgar suas informações relativas ao segundo trimestre de 2026 no dia 12 de agosto, após o fechamento do pregão. A teleconferência sobre os resultados ocorrerá no dia seguinte.
As previsões do consenso indicam um prejuízo de R$ 328 milhões no segundo trimestre, com EBITDA de R$ 2,51 bilhões e receita líquida de R$ 10,96 bilhões. A margem EBITDA esperada é de 22,9%.
Desempenho das Ações
As ações da CSN estão sendo negociadas a R$ 4,95 nesta sexta-feira (31). Nos últimos 30 dias, os papéis CSNA3 apresentaram uma alta de aproximadamente 7%. No entanto, no acumulado dos últimos 12 meses, a empresa registra uma queda de 38,2% em seu valor de mercado.
Com informações de forbes.com.br.








