A nova pesquisa da Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), revela como a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta serias dificuldades, refletindo uma gestão de crises que pode ser dividida em três momentos marcantes.
O primeiro aconteceu em maio, com a revelação de que Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, destinou recursos para a realização do filme “Dark Horse”, que aborda a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio confirmou que solicitou os fundos, mas a situação permanece nebulosa, com a promessa de uma auditoria que ainda não foi cumprida.
A segunda crise se deu em função da visita de Flávio aos Estados Unidos. O senador intensificou sua presença política ao comentar sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. No entanto, o retorno ao Brasil trouxe consigo a preocupação sobre um possível tarifaço que poderia afetar produtos brasileiros, alimentando ainda mais o desgaste para a sua campanha.
Por fim, o terceiro episódio tratou de um desentendimento com a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que publicou vídeos revelando que se sentiu maltratada por Flávio, o que complicou ainda mais a situação do senador.
Enquanto isso, as ações do governo Lula têm gerado resultados positivos entre os eleitores, principalmente com medidas como a isenção do Imposto de Renda e o programa Desenrola 2.0, favorecendo a renegociação de dívidas. Essas iniciativas têm sido percebidas como um incentivo direto à população ao oferecer uma perspectiva de melhoria na qualidade de vida.
A expectativa de fim da jornada de trabalho 6×1 também tem sido bem recebida, associando o governo Lula a promessas de mais tempo livre para os trabalhadores.
Em contraponto, um episódio envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o Banco Master cria um pequeno embaraço para o governo, embora a pesquisa aponte que esta questão é vista mais como um problema pessoal de Wagner do que uma falha institucional do governo atual.
Com informações de g1.globo.com.








