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Xi e Putin celebram laços diplomáticos em encontro inaugural na capital chinesa

Por Portal WF
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De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, os líderes da China e da Rússia expressaram nesta quarta-feira, dia 20, satisfação em relação à evolução de suas relações estratégicas. O encontro em Pequim marca o início de uma cúpula onde Moscou deve enfatizar a necessidade de estreitar laços no setor energético.

Na recepção ao presidente russo, Vladimir Putin, Xi Jinping, chefe do governo chinês, foi acompanhado por uma guarda de honra e uma salva de tiros no Grande Salão do Povo, enquanto crianças agitavam bandeiras dos dois países. Além das discussões formais, foi agendado um encontro mais descontraído para um chá ao final do dia.

Esse encontro ocorre logo após a visita do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à capital chinesa, e a cobertura da cúpula entre Xi e Putin será objeto de minuciosa análise e comparação com os resultados do encontro de Trump.

O presidente Jinping destacou a necessidade de ambos os países adotarem uma visão de longo prazo e contribuir para um sistema de governança global que seja "mais justo e razoável", conforme relatório da Xinhua, agência de notícias estatal chinesa. "O nível atual das relações sino-russas deve-se ao aprofundamento da confiança política e da cooperação estratégica", afirmou Xi ao se encontrar com Putin.

Por sua vez, Putin ressaltou que as interações entre China e Rússia são fundamentais para a estabilidade global e reafirmou a posição da Rússia como um fornecedor confiável de energia, especialmente em contextos de crise no Oriente Médio. "Mesmo com desafios externos, nossos laços e cooperações econômicas têm demonstrado uma dinâmica positiva", complementou Putin, que também estendeu um convite a Xi para uma visita à Rússia no próximo ano.

Diplomacia do Chá

Xi Jinping é reconhecido por acolher líderes estrangeiros para um chá, e o ambiente desses encontros geralmente reflete a consideração do líder chinês por seus convidados. Em um encontro anterior com Putin, realizado em maio de 2024, ambos optaram por uma conversa ao ar livre em Zhongnanhai, um histórico jardim imperial que abriga os escritórios do Partido Comunista Chinês, sem o uso de gravatas.

Em oposição a isso, a visita de Trump, marcada por um passeio em um jardim secreto e um chá em um espaço similar, juntamente com sua ida ao Templo do Céu recentemente, pareceu mais ensaiada. Para Graeme Smith, pesquisador do departamento de Assuntos do Pacífico da Universidade Nacional da Austrália, Pequim está aproveitando essa visibilidade global e fazendo uso estratégico dela para o público interno.

Os encontros consecutivos em Pequim de líderes de duas potências com visões políticas, militares e econômicas divergentes foram saudados pela mídia estatal chinesa como um sinal do fortalecimento da posição da China em um mundo cada vez mais fragmentado.

Altas Expectativas

Putin, ao se referir a Xi como "querido amigo", chega a este encontro em um momento em que o comércio bilateral entre os países apresenta sinais de recuperação, após uma queda no ano anterior. Nos primeiros quatro meses do ano, houve um aumento de 16,1% no comércio entre China e Rússia em comparação com o mesmo período de 2025.

O volume do comércio bilateral alcançou 1,63 trilhão de yuans (aproximadamente US$ 240 bilhões) em 2025, representando uma queda de 6,5% em relação ao recorde de 2024, marcando o primeiro declínio em cinco anos. Putin reconheceu a urgência de reverter essa trajetória negativa, enfatizando a relevância da China como um pilar econômico para a Rússia, cujas sanções e a guerra na Ucrânia tiveram sérias repercussões em sua economia. O mandatário russo encontra-se em Pequim acompanhado de uma delegação que inclui ministros, vice-primeiros-ministros e representantes de grandes bancos e empresas estatais.

O Kremlin está otimista com a visita, que contempla não apenas discussões, mas também uma cerimônia de assinatura e um banquete seguido de um chá, onde questões internacionais relevantes serão debatidas de forma informal. Espera-se a formalização de aproximadamente 40 documentos e o lançamento de uma declaração conjunta de 47 páginas voltada para o fortalecimento da parceria bilateral.

Especialistas do setor afirmam que as conversações sobre o tão aguardado gasoduto Força da Sibéria 2, que ligará a Rússia ao norte da China, são uma das pautas da reunião. Essa parceria, que já é chamada de "sem limites", se fortaleceu desde que o Ocidente implementou sanções contra a Rússia pela guerra na Ucrânia. A escassez de energia provocada pelos conflitos na região do Irã pode fortalecer a posição da Rússia quanto à necessidade do gasoduto como fonte de gás a longo prazo, embora Pequim possa optar por manter sua estratégia de diversificação nas fontes de suprimento.

Referência técnica: www.cnnbrasil.com.br
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