A Telefônica Brasil, que opera sob a marca Vivo, divulgou nesta segunda-feira (28) seus resultados do segundo trimestre, mostrando um lucro líquido de R$ 1,57 bilhão. Esse valor representa um crescimento de 17% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 1,34 bilhão. O resultado operacional também apresentou avanço de aproximadamente 11%, com o Ebitda, que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, alcançando R$ 6,58 bilhões, frente a R$ 5,93 bilhões no segundo trimestre de 2022.
Analisando as expectativas de mercado, os especialistas projetavam um lucro líquido de cerca de R$ 1,7 bilhão e um Ebitda de R$ 6,6 bilhões. A companhia, que é a maior do setor de telecomunicações no Brasil e controlada pela espanhola Telefónica, reportou uma receita líquida de R$ 15,76 bilhões, um crescimento de 7,6% em relação ao ano anterior.
Os números foram impulsionados pelo faturamento com telefonia móvel, que registrou um aumento de 6,6%. Além disso, a receita com banda larga cresceu 10,7%, e o setor de dados corporativos expandiu 7,8%. As vendas de aparelhos e eletrônicos, que são uma área de foco da empresa, tiveram um salto de 27,8%, ultrapassando R$ 1 bilhão.
Outro dado interessante é que a receita média por usuário (Arpu) na telefonia móvel subiu 4,5%, alcançando R$ 32,5 mensais, enquanto a taxa de desligamentos (churn) caiu para 1,8%, comparada a 2,2% no mesmo período do ano anterior.
No segmento de fibra, a Telefônica Brasil encerrou junho com 8,2 milhões de clientes, um crescimento de 11,3%. A base de telefonia totalizou 105,13 milhões de linhas, representando uma alta de 2,6% em comparação com o final de junho de 2022.
Com informações de forbes.com.br.







