Renan Santos, empresário e ativista político, lançou sua candidatura à presidência pelo partido Missão, criado em 2025. Este é seu primeiro ingresso nas eleições, e o anúncio ocorreu durante um evento em São Paulo no último sábado.
Com 42 anos, Renan é uma das figuras centrais do Movimento Brasil Livre (MBL), que ele ajudou a fundar em 2014, junto ao deputado federal Kim Kataguiri. O MBL ganhou notoriedade por organizar protestos que pediam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2015 e 2016.
Nascido em São Paulo, Renan iniciou um curso de direito na Universidade de São Paulo (USP), mas não concluiu. Ele destaca segurança pública e combate ao crime organizado como os principais focos de sua campanha.
Inspirado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, Renan adota um discurso forte contra o crime. Durante o ato de lançamento, ele mencionou a ideia de “matar quem roubar” e defendeu propostas como:
- Aumento das penas para crimes violentos;
- Construção de grandes presídios;
- Ações para diminuir o controle territorial de facções criminosas;
- Implementação do “Direito Penal do Inimigo”, que considera integrantes de facções como “inimigos do Estado”, removendo a presunção de inocência para esses indivíduos;
- Condicionar a reeleição de prefeitos a metas cumpridas;
- Substituição da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) por negociações diretas entre empregador e empregado;
- Extinção da Justiça do Trabalho;
- Crição de uma reserva nacional em criptomoedas;
- Crição de frentes de trabalho para reduzir a dependência do Bolsa Família;
- Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para um corte radical de gastos.
Com informações de g1.globo.com.








