Na última sábado (1º), o partido Missão oficializou a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. O empresário, cofundador do Movimento Brasil Livre (MBL), fez um discurso marcante durante a convenção, onde criticou o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), também postulantes ao cargo. Entre suas falas, destacou a defesa da ideia de “matar quem roubar”.
Renan enfatizou que não se considera “antipetista”, comparando aqueles que se opõem ao PT a “ratos” que se apropriam de símbolos nacionais apenas para se distinguirem de seus adversários. “Quando você se define pelo seu inimigo, você nunca o supera”, afirmou.
No discurso, Renan Santos refletiu sobre os 12 anos de trajetória política que o levaram a essa candidatura. Ele mencionou desafios enfrentados e ressaltou o desejo de mudar a realidade atual: “Nós somos o grupo escolhido. O destino sempre foi nosso”. O candidato também se lembrou da queda do governo do PT, que ocorreu em resposta a um trabalho coletivo do MBL, que na época se reunia em “um escritório mofado no centro de São Paulo”.
Durante os quase dois horas de fala, Renan criticou a política atual, que, segundo ele, tem esgotado as oportunidades do cidadão comum e perpetuado a miséria. O empresário fez várias promessas e metas para seu possível governo, como reduzir os homicídios e colocar o Brasil no caminho do desenvolvimento. Ele desafiou os atuais líderes ao afirmar que não se deve aceitar esmolas, mas sim trabalhar. “Vocês vão comprar seu celular, vocês vão comprar sua casa, vocês vão comprar seu carro”, prometeu.
Além disso, o candidato reafirmou a intenção de derrotar a influência do crime organizado e criar condições dignas para todas as crianças no país. Almejou um Brasil onde cada cidadão possa se sentir seguro, principalmente as crianças, e onde todos tenham acesso ao trabalho.
Renan ainda destacou a importância da adesão da população a esse movimento e pediu coragem para se opor à corrupção e à desigualdade. “Não precisa sermos refém de um debate político que não nos serve”, concluiu, acenando a um futuro que acredita ser possível com sua candidatura de frente.
Com informações de g1.globo.com.









