
Um professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi afastado por 60 dias, a partir de 9 de abril, após denúncias de assédio sexual contra alunas no campus de Florianópolis. O afastamento, que pode ser prorrogado, é uma medida preventiva e visa garantir a integridade das investigações em curso.
De acordo com informações do portal g1.globo.com, o docente já havia enfrentado um processo semelhante em 2019, quando foi afastado por 30 dias, período durante o qual não recebeu salário. Para preservar a identidade das vítimas, o nome do professor não será divulgado.
Atualmente, dois processos administrativos disciplinares estão abertos e em fase inicial de apuração. Embora afastado das atividades, o professor continua a receber sua remuneração, que, segundo o Portal da Transparência, é de R$ 13.793,45, valor recebido em fevereiro.
A UFSC não divulgou mais detalhes sobre os trâmites da investigação, que acontece em sigilo.
Outras notícias relacionadas incluem condenações de professores por assédio no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e um aumento significativo em denúncias de assédio sexual no trabalho em Santa Catarina nos últimos quatro anos.



