O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) defendeu a necessidade de uma gratificação para os servidores que ocupam cargos de direção, chefia e assessoramento. Ele argumentou que, no tribunal, os servidores atingem rapidamente o teto de carreira, em até seis anos, o que acaba desestimulando a aceitação de posições de liderança, uma vez que o salário máximo é alcançado em pouco tempo.
Durante a discussão sobre a limitação de penduricalhos, o presidente afirmou que aprovar essa gratificação foi feito “com muito orgulho” e “muita vontade”, refletindo a importância de incentivar os profissionais a assumirem essas funções cruciais.
Com informações de g1.globo.com.







