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Preocupações do Fed Crescem Em Meio à Conflitos no Irã

Por Portal WF
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De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, a crescente tensão entre os responsáveis pelas políticas de controle de inflação nos Estados Unidos é um reflexo dos impactos econômicos da guerra em curso entre os países ocidentais e o Irã. Aqueles encarregados da economia estão se mostrando cada vez mais preocupados com as consequências que esse conflito pode trazer para o cenário inflacionário.

Durante uma reunião do Federal Reserve realizada entre 17 e 18 de março, logo após o início dos combates, o presidente Jerome Powell afirmou que os efeitos sobre a inflação poderiam ser temporários e, principalmente, contidos ao setor de energia. Ao mesmo tempo, ele deixou em aberto a possibilidade de um eventual corte nas taxas de juros ao longo do ano.

Naquele momento, os investidores de Wall Street estavam otimistas com a indicação de Kevin Warsh, indicado por Donald Trump, como sucessor de Powell, acreditando que ele poderia pressionar por cortes nas taxas, caso fosse efetivado no cargo. No entanto, a situação se complicou à medida que a guerra se arrasta por mais de dez semanas. Na última reunião do Fed, no final de abril, as inquietações dos governadores se tornaram bastante evidentes, com três deles discordando abertamente da recente declaração de política monetária do Federal Reserve. Eles se opuseram à proposta de flexibilização, que sugere a possibilidade de redução das taxas.

Esses mandatários — na figura das presidentes do Fed, Beth Hammack (Cleveland), Lorie Logan (Dallas) e Neel Kashkari (Minneapolis) — expressaram suas preocupações em relação à falta de transparência da instituição sobre um possível aumento nas taxas. Especialistas acreditam que suas opiniões não são exclusivas, considerando que, do total de 19 membros do comitê do Fed, apenas 12 têm direito a voto em cada reunião.

Derek Tang, economista da Monetary Policy Analytics, observou que a divergência em relação à flexibilização pode ser mais abrangente do que o declarado pelos três opositores, levantando a questão sobre quando as expectativas inflacionárias podem sair do controle, uma vez que a inflação já vem superando a meta de 2% por um período considerável.

Cadeias de abastecimento prejudicadas

O impacto da guerra no Irã não se limita ao petróleo. Ela dificulta o acesso a diversos insumos essenciais, incluindo fertilizantes, hélio e alumínio, resultando em elevações significativas de preço. Conforme revela uma pesquisa do Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM), empresas estão se mobilizando para ajustar suas cadeias de suprimento e criar estratégias que minimizem as interrupções.

Um exemplo notável da pesquisa mais recente do ISM, divulgada em abril, mostrou que uma empresa de serviços públicos está adotando práticas como compras antecipadas, diversificação de fornecedores e posicionamento estratégico de estoques para cuidar dos riscos associados.

Além disso, o Índice de Pressão da Cadeia de Suprimentos Global do Banco da Reserva Federal de Nova York subiu drasticamente em abril, alcançando 1,82, em comparação aos 0,68 registrados em março, o que representa o índice mais elevado desde 2022.

John Williams, presidente do Fed de Nova York, comentou que esta situação reflete a severa escassez e as interrupções no abastecimento enfrentadas pela economia global em 2021, particularmente quando começava a se recuperar da pandemia. Logan, que detém o direito a voto no Fed este ano, reiterou essas preocupações em sua declaração, enfatizando que o conflito no Oriente Médio poderá intensificar os riscos de novas pressões inflacionárias.

Expectativas de inflação

Em março, Powell realçou que a percepção dos consumidores norte-americanos em relação aos preços será crucial para a resposta do Federal Reserve às tensões com o Irã. O Fed sempre considera as expectativas de inflação, principalmente a longo prazo, visto que elas podem se tornar uma profecia autorrealizável. Se a população acreditar que a inflação se manterá elevada, ajustes em seus padrões de consumo provavelmente ocorrem. Além disso, essa expectativa é um termômetro da confiança pública na capacidade do Fed de controlar a inflação.

Williams, em seu discurso de terça-feira, relatou que as expectativas de inflação seguem “bem ancoradas, apesar dos numerosos choques” econômicos. Pesquisas de instituições respeitáveis, como a Universidade de Michigan, o Fed de Nova York e o Conference Board, confirmam essa estabilidade.

Por outro lado, Kashkari, um dos opositores na reunião do Fed do mês anterior, expressou alívio em uma declaração recente, indicando que tanto os indicadores de mercado quanto os estudos apontam para expectativas de inflação de longo prazo bem alinhadas à meta de 2%. Contudo, uma medida baseada no mercado sobre as expectativas de inflação subiu recentemente ao seu nível mais alto em três anos, com a taxa de equilíbrio em 10 anos, que é a diferença entre os rendimentos dos títulos do Tesouro e os protegidos contra a inflação, alcançando 2,5%.

Philip Jefferson, vice-presidente do Fed, advertiu em março que quanto mais tempo a inflação se mantiver acima da meta de 2%, maior será a probabilidade de que isso se torne uma expectativa consolidada, dificultando o alcance da meta do Fed.

Referência técnica: www.cnnbrasil.com.br
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