
De acordo com informações do portal g1.globo.com, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que é composto por membros do Ministério Público, do Judiciário e de forças policiais, identificou que um advogado fez uso inadequado de suas funções e prerrogativas. O profissional teria acessado uma unidade de forma indevida e deixado dispositivos eletrônicos escondidos na sala da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).



