Segundo informações do portal g1.globo.com, laudos periciais revelaram que o animal em questão não apresentava fraturas ou lesões que indicassem maus-tratos. A perícia constatou também sinais de uma infecção óssea grave e crônica na região da mandíbula, condição essa que, conforme o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), foi considerada a mais compatível com a causa da morte do cão, que foi submetido a um procedimento de eutanásia.

