De acordo com informações levantadas pelo g1.globo.com, o ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França, representando o PSB, declarou que estaria disposto a atuar como suplente de Simone Tebet ou Marina Silva, ambas ex-ministras, em uma possível candidatura ao Senado em outubro. A afirmação foi feita em entrevista ao g1 após Marina Silva ter descartado a ideia de se candidatar como suplente de França, conforme noticiado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
França enfatizou sua disposição, mencionando: “Eu aceitaria ser suplente da Marina ou da Simone. Toparia qualquer uma das posições pelo objetivo maior, que é a reeleição do presidente Lula, e espero que elas tenham a mesma disposição”. Segundo a pesquisa da Quaest, Simone Tebet, Márcio França, Guilherme Derrite, do PP, e Marina Silva lideram os cenários para o Senado em São Paulo.
É importante destacar que, em 2026, todos os estados e o Distrito Federal deverão eleger dois senadores. Em São Paulo, ainda existem incertezas sobre as composições tanto do lado da situação quanto da oposição. No espectro político de direita, Guilherme Derrite já está confirmado para uma das vagas, enquanto a outra permanece indefinida. Na oposição, Simone Tebet mudou do MDB para o PSB, visando assim a sua candidatura, enquanto a outra vaga deve ser disputada entre Marina e Márcio França.
França também comentou a relevância das pesquisas eleitorais para o presidente Lula, comparando a dimensão da disputa em São Paulo a uma Copa do Mundo. “São Paulo é tão importante que fica igual Copa do Mundo. Lula é como o Ancelotti [treinador da Seleção Brasileira de futebol]. Todos os nomes são bons, saíram dos cargos oficiais em abril para poder concorrer. Mas a escalação é por conta do presidente”, analisou.
Uma pesquisa recente da Quaest revelou uma concorrência acirrada pelas vagas no Senado em São Paulo, com Simone Tebet, Márcio França, Marina Silva e Guilherme Derrite tecnicamente empatados em diferentes cenários. O ex-ministro também abordou a possibilidade de integrar a chapa junto ao ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que é um pré-candidato ao governo do estado, admitindo que há discussões sobre o assunto, mas ressaltando que o cenário ainda é incerto e sem definições concretas.
Fonte: g1.globo.com

