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Lula se opõe à classificação de facções como grupos terroristas por Trump.

Por Portal WF
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De acordo com informações levantadas pelo g1.globo.com, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington na próxima quinta-feira (7). O vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou que a principal agenda do encontro será a luta contra o crime organizado, com foco na intenção de evitar sanções.

Recentemente, o jornal The New York Times destacou que o governo norte-americano planeja categorizar facções criminosas do Brasil, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como organizações terroristas. Esse debate sobre a classificação se intensificou desde 2025, quando o governo Trump começou uma ação sistemática contra cartéis de drogas na América Latina, considerando o tráfico de drogas um desafio à segurança nacional e organizando cúpulas com líderes latinos para discutir estratégias.

Em outros desdobramentos, os EUA realizaram operações para desmantelar rotas de tráfico no Pacífico e Caribe e executaram uma operação militar que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro na Venezuela. Paralelamente, os Estados Unidos têm colaborado com nações da região no combate ao narcotráfico e participaram de ações específicas no Equador.

Fontes próximas ao governo Trump no Brasil afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem defendido que as facções brasileiras sejam igualmente rotuladas como terroristas, proposta já aplicada a grupos no México e na Venezuela. No início de março, Rubio informou ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, sobre os planos de Washington para incluir essas facções na lista de organizações terroristas. Em uma tentativa de influenciar essa decisão, Vieira fez um apelo durante uma ligação.

Entretanto, o New York Times noticiou que a iniciativa estava ganhando força dentro do Departamento de Estado, especialmente sob a pressão de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A questão deverá ser debatida no próximo encontro entre Lula e Trump, onde Lula pretende argumentar contra a classificação das facções brasileiras como terroristas.

Segundo informações de assessores, o presidente brasileiro deseja esclarecer que o Brasil prioriza o combate ao crime organizado e busca soluções através da cooperação bilateral. A avaliação no Palácio do Planalto é que tal rotulação abriria a porta para ações mais severas por parte dos Estados Unidos, incluindo a possibilidade remota de uma operação militar, como ocorreu em outras nações.

Alckmin, em entrevista à GloboNews na terça-feira (5), apontou que Brasil e Estados Unidos podem desempenhar um papel significativo no enfrentamento ao crime organizado transnacional e reforçou que este será um dos tópicos abordados por Lula na conversa com Trump.

Pressão dos EUA

No cenário atual, em maio de 2025, David Gamble, chefe interino do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, solicitou que o Brasil considerasse o PCC e o CV como grupos terroristas, um pedido que foi negado pela administração brasileira. O secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, destacou que tal classificação não condiz com a definição de terrorismo vigente na Constituição do Brasil.

A Lei Antiterrorismo brasileira, aprovada em 2016, descreve terrorismo como atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito, visando instaurar terror social. Sarrubbo ressaltou que as facções criminosas atuam em busca de lucro através de delitos e lavagem de dinheiro, não possuindo motivações ideológicas ou políticas.

Diferentemente, a narrativa nos Estados Unidos considera que essa classificação pode ser justificada sob outra perspectiva, especialmente considerando que a atuação do PCC já foi rastreada em solo americano, com presenciais identificadas em vários estados, incluindo Flórida e Nova York. No ano anterior, o gabinete do procurador federal em Massachusetts anunciou a acusação de 18 brasileiros relacionados ao grupo.

Além disso, o PCC, reconhecido como o maior conglomerado criminoso da América, opera em cerca de 30 países e possui mais de 40 mil integrantes, quem sabe tornando sua situação ainda mais complexa nas avaliações norte-americanas.

Critérios de Classificação

A designação de um grupo como organização terrorista nos EUA não ocorre automaticamente e requer o cumprimento de critérios legais estabelecidos. De acordo com o Departamento de Estado, três condições precisam ser atendidas:

  1. A organização deve ser estrangeira.
  2. Deve estar envolvida em atividades terroristas ou ter a capacidade e intenção de realizá-las.
  3. Deve representar uma ameaça à segurança dos cidadãos ou à segurança nacional dos Estados Unidos.

Esse processo envolve a compilação de informações em um dossiê, que inclui dados de fontes abertas e confidenciais. A decisão final cabe ao secretário de Estado, que consulta o Departamento de Justiça e o Tesouro antes de levar a matéria ao Congresso, que tem sete dias para revisar a proposta. Se aprovada, a designação se torna oficial e pode resultar em consequências legais severas, como a criminalização do apoio material ao grupo, restrição de ativos financeiros e deportação de membros.

Essa designação também facilita o isolamento do grupo no plano internacional e o fechamento das fontes de financiamento.

VÍDEOS: em alta no g1

(Vídeos em destaque no g1)

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