De acordo com informações levantadas pelo g1.globo.com, uma pesquisa da Quaest, divulgada na última quarta-feira (13), revela que 43% dos brasileiros acreditam que o presidente Lula (PT) saiu fortalecido após seu encontro na Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião, que durou três horas e ocorreu na última quinta-feira (7), gerou uma divisão de opiniões: 26% dos respondentes consideram que Lula saiu em uma posição mais fraca, enquanto 13% afirmaram que sua situação se manteve inalterada.
Em uma pesquisa anterior, realizada em novembro de 2025, após um encontro entre os dois líderes na Malásia, 45% dos brasileiros entrevistados pela Quaest acreditavam que Lula havia se fortalecido. Este novo levantamento foi realizado entre 8 e 11 de maio, envolvendo 2.004 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e a pesquisa tem um nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-03598/2026.
Além disso, 60% dos entrevistados consideram que o diálogo entre Lula e Trump traz benefícios ao Brasil, enquanto 18% têm uma visão negativa sobre essa interação. Ao serem questionados se tinham conhecimento do encontro na Casa Branca, 70% afirmaram que já estavam informados, enquanto 30% descobriram sobre o evento no momento da pesquisa.
A avaliação sobre a reunião indicou que 37% dos entrevistados acreditam que o encontro foi mais positivo para Lula, enquanto 20% consideram que foi negativo. Os dados são os seguintes:
– Mais positiva: 37%
– Mais negativa: 20%
– Nem positiva, nem negativa: 6%
– Não sabe/não quis responder: 37%
A pesquisa também analisou a postura de Lula durante a conversa com Trump, revelando que 56% o veem como amigável, enquanto 13% acreditam que ele adotou uma abordagem mais dura, e 3% não vêem sua postura como uma nem outra.
Quando questionados sobre a relação ideal entre o Brasil e os Estados Unidos, 56% dos entrevistados se posicionaram a favor de uma relação de aliança, um aumento em relação aos 43% registrados em abril. A opção por uma postura independente foi escolhida por 29% (anteriormente 40%), e apenas 6% se declararam opositores.
Esta análise detalhada do encontro entre Lula e Trump, destacando suas consequências e percepções junto à população, enriquece o debate sobre a política externa do Brasil.

