De acordo com informações levantadas pelo g1.globo.com, o escritório de advocacia que prestava serviços a Ciro Nogueira, senador pelo Progressistas do Piauí, anunciou nesta segunda-feira (11) que não dará continuidade à sua defesa. Essa decisão ocorre após o senador enfrentar uma operação da Polícia Federal (PF) que indicou a possibilidade de recebimento de uma mesada de R$ 500 mil, além de outros benefícios recebidos do banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao banco Master.
Na quarta-feira, a pesquisa sobre a presidência, realizada pela Quaest, será divulgada, marcada por eventos recentes que atingiram Nogueira durante a investigação da PF no caso Master.
Questionado sobre a razão da retirada do escritório de defesa do caso, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, esclareceu: “Conversei com ele [Ciro Nogueira] e decidimos que seria mais adequado eu deixar a defesa por consenso mútuo. Apenas isso. Não houve nenhum outro tipo de situação.”
Em uma nota oficial emitida anteriormente, a banca de advogados afirmou: “O escritório Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados informa que, de forma consensual com o Senador Ciro Nogueira, não continuará atuando em sua defesa neste caso.”
Além de Kakay, a equipe responsável pela defesa incluía outros profissionais como Roberta Castro Queiroz, Marcelo Turbay, Liliane de Carvalho, Álvaro Chaves e Ananda França, todos envolvidos no atendimento jurídico do senador até a recente mudança.
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Essa reestruturação na defesa de Ciro Nogueira ocorre em um contexto complicado, onde as investigações da PF podem impactar suas futuras aspirações políticas e a confiança do eleitorado diante das acusações surgidas.

