O Ibovespa começou o pregão desta quinta-feira (9) em alta, chegando a 171.423,60 pontos, com uma valorização de 0,45%. O dia é de otimismo nas bolsas, mesmo com o feriado em São Paulo e a preocupação com a tensão no Oriente Médio que persiste nos mercados globais.
Apesar das altas, duas das principais ações que compõem o índice, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), estão em declínio, com recuos de 0,6% e 0,38%, respectivamente. Já o setor bancário apresenta resultados positivos, com Itaú (ITUB4) subindo 0,36%. Outras instituições financeiras também avançam: Banco do Brasil (BBAS3) cresce 0,15% e Bradesco (BBDC4) regista alta de 0,8%. A B3 (B3SA3) está em destaque, marcando uma valorização de 1,54%.
Dólar e Wall Street
O dólar mantém a estabilidade, apresentando uma leve queda de 0,07% e sendo vendido por R$ 5,1473. Em Nova York, o Nasdaq sobe 0,54%, enquanto o Dow Jones avança 0,06% e o S&P aprecia 0,39%, impulsionados por um aumento nas ações de empresas de semicondutores.
No setor de commodities, o petróleo Brent cai 0,28%, com preços em torno dos US$ 78, e o West Texas Intermediate (WTI) desce 0,7%, abaixo dos US$ 73 por barril. Em contrapartida, o minério de ferro na bolsa de Dalian sobe 0,27%, atingindo US$ 109,58.
Tensões no Oriente Médio
Os investidores estão atentos aos desdobramentos entre os Estados Unidos e o Irã, especialmente com o tráfego de navios petroleiros paralisado no Estreito de Ormuz devido à retomada de ataques aéreos pelos EUA, com o prazo para o acordo de paz entre os países tendo expirado recentemente.
Principais altas e quedas do Ibovespa
Na ponta positiva, a SLC (SLCE3) alcançou a maior alta do dia, com um aumento de 3,5%, impulsionada pela notícia de um acordo para adquirir parte do Bloco Mato Grosso, com um investimento de R$ 664 milhões. Braskem (BRKM5) e Magazine Luiza (MGLU3) também se destacam, com altas de 2,7% e 2%, respectivamente.
Por outro lado, Direcional (DIRR3) mostra a maior queda, com um recuo de 0,95%. Cosan (CSAN3) e Hapvida (HAPV3) não ficam longe, registrando uma diminuição de 2% em suas ações.
Com informações de forbes.com.br.









