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Gravadora decide encerrar contrato com MC Poze do Rodo após polêmicas

A Mainstreet Records comunicou o término do contrato com o cantor Poze do Rodo, decisão que ocorre após sua liberação da prisão, onde esteve preso por investigações de lavagem de dinheiro. A gravadora não será mais responsável por sua representação.

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Reprodução/Instagram

A Mainstreet Records informou, na última segunda-feira (20/7), o término do contrato “em comum acordo” com o cantor Poze do Rodo. Essa decisão vem aproximadamente dois meses após o artista ter sido liberado da Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, popularmente conhecida como Bangu 8, no Rio de Janeiro.

No comunicado oficial, a gravadora destacou que durante a parceria foram respeitadas as atribuições e a autonomia de ambas as partes. Assim, a Mainstreet não terá mais a função de representar ou agenciar o artista.

A nota ainda ressalta que “o encerramento da parceria não altera os compromissos profissionais firmados anteriormente, que permanecem válidos e serão integralmente cumpridos, conforme as condições já acordadas”.

Prisão de Poze do Rodo

MC Poze do Rodo foi preso em 15 de abril deste ano, durante uma operação da Polícia Federal que investigava um esquema de lavagem de dinheiro com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.

Ele foi detido em um contexto de investigação mais ampla que apura operações financeiras de origem suspeita e transações em dinheiro. Poze foi solto em 14 de maio após a concessão de um habeas corpus pela Justiça Federal, que revogou sua prisão preventiva. No entanto, o artista precisa cumprir uma série de condições impostas pela Justiça, como comparecer a atos do processo e comunicar qualquer mudança de endereço.

Informações da Polícia Federal indicam que o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultar valores, envolvendo empresas, terceiros e até transações com criptoativos.

O histórico de Poze

Essa foi a terceira vez que o artista enfrentou problemas com a Justiça. Em 2019, ele foi detido durante um show por apologia ao crime. Em 2024, voltou a ser alvo de investigação pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. No ano seguinte, Poze foi preso novamente, agora sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas, utilizando sua imagem para se associar a membros de facções criminosas.

Com informações de metropoles.com.

TAGS: Segurança

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Advogado, autor, professor e palestrante focado na transformação digital da sociedade. Especializado em Direito Civil e atuante no Direito Digital e Empresarial.

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