Uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) está em andamento para apurar possíveis esquemas de propina e lavagem de dinheiro que envolvem prefeituras de Santa Catarina. Segundo fontes, o grupo estaria realizando saques fracionados e operações financeiras para criar um caixa clandestino, o que facilitaria o pagamento de subornos a envolvidos no processo.
Os investigadores notaram movimentações bancárias que somam milhões de reais entre os anos de 2022 a 2026, e essas quantias não são compatíveis com as atividades da empresa envolvida na ação.
Com informações de g1.globo.com.









