A Federação Inglesa (FA) aplicou uma penalidade ao Chelsea por violar 74 regras de regulamentação entre 2009 e 2022. O clube londrino enfrentará um embargo de transferências por um ano, ou seja, não poderá registrar novos jogadores durante duas janelas de transferências. Além disso, a equipe foi multada em 10 milhões de libras, o que equivale a aproximadamente R$ 68,2 milhões.
As infrações estão relacionadas à atuação de agentes, intermediação em transferências e investimento de terceiros em atletas. As irregularidades mais significativas ocorreram entre 2010 e 2016.
Durante o período em questão, o Chelsea era dirigido pelo empresário russo Roman Abramovich, que esteve à frente do clube por 19 anos até sua venda em 2022 para um consórcio liderado por Todd Boehly e Clearlake Capital, por um valor estimado em 4,25 bilhões de libras (cerca de R$ 29,15 bilhões).
Anteriormente, o Chelsea havia sofrido uma punição inicial que resultou na perda de seis pontos na Premier League, mas após apelação, recebeu uma sanção mais severa.
Ao se pronunciar sobre a decisão, o Chelsea reconheceu a penalidade, mas contestou a gravidade da punição, alegando ter colaborado com as investigações. O clube afirmou que, em 2022, reportou de forma voluntária possíveis violações a todas as autoridades competentes e trabalhou aberto e transparentemente, apresentando uma quantidade significativa de documentos durante o processo.
Com informações de metropoles.com.








