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Bolsa Brasileira: Invista em 22 Países da Copa e Veja os Maiores Rendetores

Um levantamento da B3 revela que os torcedores-investidores brasileiros podem investir em 22 países da Copa do Mundo de 2026 através de ETFs e BDRs, sem pagar IOF, destacando a Coreia do Sul como o líder em valorização.

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Reprodução/Forbes Money | Forbes Brasil

Durante a expectativa pela Copa do Mundo de 2026, um estudo da bolsa B3 revelou que os investidores brasileiros têm a oportunidade de diversificar seus investimentos em 22 dos 48 países participantes do torneio. Isso é possível por meio de ETFs, ETFs Globais e BDRs que estão disponíveis na bolsa paulista, permitindo aplicação de recursos diretamente do home broker, sem encarar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em remessas ao exterior.

Os ETFs (Exchange Traded Funds) funcionam como fundos de índice que replicam o desempenho de uma variedade de ativos, podendo ser de um país, região ou setor específico. Já os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são recibos que representam ações ou cotas de fundos internacionais, tudo isso disponível aos investidores brasileiros, sem a necessidade de abrir conta em corretora fora do país.

Os Destaques do Desempenho

Se a disputa da Copa fosse dentro da B3, o grande campeão de valorização seria o BEWY39, um ETF Global que replica o índice MSCI Korea 25/50 e que teve uma impressionante alta de quase 190% nos últimos 12 meses, com quase 96% de valorização apenas em 2026. O índice sul-coreano Kospi se destaca, atingindo recordes históricos, impulsionado pela demanda global por chips usados em inteligência artificial.

Outra vez, a Samsung Electronics liderou o desempenho, revelando lucros recordes e atraindo a revisão para cima das projeções do mercado. O desempenho do mercado americano também foi notável, com o ETF SPXR11, atrelado ao S&P 500, apresentando uma alta de aproximadamente 39% nos últimos 12 meses.

Os ETFs que replicam o Ibovespa, como BOVA11 e BOVV11, também mostraram resultados coeso, com valorização em torno de 24%. Entre outros destaques, estão México, Espanha, Japão e Canadá, que apresentaram crescimento entre 19% e 20% no mesmo período.

Desafios no Desempenho

Por outro lado, nem todos os países tiveram um desempenho favorável. A Alemanha ficou na lanterna, com o BEWG39, associado ao índice MSCI Germany, registrando uma queda de cerca de 6,5% em 12 meses. De forma geral, o bloco europeu apresentou resultados menos expressivos, com países como França e Suíça com valorização muito modesta.

A Arábia Saudita e a Austrália também enfrentaram dificuldades, mantendo-se estáveis ou em queda. A bolsa brasileira oferece uma maneira prática de acessar investimentos internacionais, permitindo aplicações em reais, dentro de um ambiente regulado e seguro.

Com informações de forbes.com.br.

TAGS: Segurança

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Advogado, autor, professor e palestrante focado na transformação digital da sociedade. Especializado em Direito Civil e atuante no Direito Digital e Empresarial.

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