
De acordo com informações do portal g1.globo.com, a obra apresenta uma série de direitos emocionais que a autora considera fundamentais. Entre esses direitos, destacam-se o direito de dizer “não”, de descansar, de mudar de ideia, de estabelecer limites, de não sentir culpa por priorizar a si mesma e de existir sem a obrigação de atender continuamente às expectativas externas.



