Segundo informações do portal g1.globo.com, um funcionário do Instituto Geral de Perícias (IGP), anteriormente conhecido como Polícia Científica, revelou que, durante uma visita ao local, foi sugerido que se mantivesse oculto um erro significativo. O funcionário, acompanhado pelo gerente de uma outra funerária, relatou que a proposta era lacrar a urna e entregá-la para o velório como se nada estivesse errado, assegurando que o sepultamento prosseguisse sem que a família percebesse qualquer irregularidade. No entanto, o funcionário afirmou: “A gente não fez isso”, enfatizando que optou por não seguir a sugestão.

