Na noite desta terça-feira, o Remo foi derrotado pelo Santos por 1 a 0, resultado que levou à eliminação da equipe paraense na Copa do Brasil. O jogo gerou polêmica, especialmente em relação à expulsão do zagueiro Marllon, que deixou o time em desvantagem numérica.
Após a partida, o vice-presidente do Remo, Glauber Gonçalves, não poupou críticas ao árbitro Anderson Daronco e ao responsável pelo VAR, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, mencionando que a decisão de expulsar o jogador prejudicou o desempenho da equipe.
“O VAR e o árbitro acabaram com o jogo. O Remo, mais uma vez, foi prejudicado. O VAR não deveria interferir em lances como este, e acabou chamando o árbitro para rever a expulsão do nosso jogador”, afirmou Glauber.
Ele aproveitou para recordar outra situação controversa em que Marco Aurélio atuou como árbitro de vídeo, citando um jogo entre Vitória e Palmeiras. “Esse VAR já teve um papel polêmico no jogo entre Vitória e Palmeiras. É inaceitável que times do Norte e Nordeste sejam constantemente prejudicados em situações como essa, enquanto clubes do eixo continuam a prevalecer”, completou.
A expulsão de Marllon ocorreu aos 28 minutos do primeiro tempo, após uma falta sobre Caballero. Apesar da desvantagem, a equipe do Remo resistiu à pressão do Santos até que o atacante Rony marcou o gol da vitória no segundo tempo, no Estádio Mangueirão, em Belém.
Com informações de metropoles.com.








