Portal WF - Notícias de Santa Catarina e do Brasil

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Novas tarifas dos EUA afetam 23,1% das exportações brasileiras

Novas tarifas dos Estados Unidos afetarão 23,1% das exportações brasileiras, com 16,5% sujeitas a uma sobretaxa de 37,5%. O impacto nas exportações pode chegar a US$ 12,4 bilhões, afetando especialmente setores como máquinas e móveis.

POR

Reprodução/Forbes Money | Forbes Brasil

As novas tarifas dos Estados Unidos afetarão 23,1% das exportações brasileiras para o país, conforme estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Desse total, 16,5% das exportações sofrerão uma sobretaxa de 37,5%, resultado da soma da tarifa de 25%, anunciada na semana passada, com a nova taxa de 12,5%, divulgada na quinta-feira.

Apenas 1,9% das exportações terão apenas a sobretaxa de 25%, enquanto outros 4,7% estarão sujeitos à tarifa de 12,5%.

Entre os produtos que enfrentarão maior taxação estão máquinas e equipamentos, diferentes tipos de madeira, gorduras e óleos, calçados, móveis e confecções, segundo informações do MDIC.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também estima que cerca de 3,9 mil produtos brasileiros serão impactados pelas tarifas, afetando cerca de US$ 12,4 bilhões nas exportações do país. Além disso, 13% das exportações, equivalentes a 75 produtos e US$ 1,6 bilhões, estarão sujeitas exclusivamente à nova alíquota de 12,5%.

Uma fonte consultada indica que o impacto geral na economia brasileira não é devastador, embora traga dificuldades para alguns setores. Ela observou que, assim como no ano anterior, quando o Brasil enfrentou taxação de 50%, a economia do país ainda se mostra resiliente. A mesma fonte destacou que o Brasil tem cadeias de produção interligadas com os EUA, e a busca por novos mercados, especialmente na Europa e Ásia, pode levar um tempo.

Possível Retaliação

O governo prefere não discutir retaliações, temendo a reação dos empresários a uma nova resposta americana. No entanto, dará continuidade aos trâmites da Lei de Reciprocidade, que envolve estudos e audiências públicas com setores afetados. A fonte mencionou que, embora tenha o poder de agir, o governo precisa estar preparado e não pode abrir mão de mecanismos essenciais.

Qualquer ação deve ser discutida após as eleições, considerando que o processo interno leva entre dois a três meses e que o período eleitoral é delicado para decisões dessa magnitude.

A fonte também mencionou que novas situações podem surgir, como uma nova rodada de tarifas em razão das Big Techs, o que requer preparação.

Nesta sexta-feira, o presidente dos EUA crititou severamente a União Europeia pela decisão de multar o Google, chamando a medida de ilegal e afirmando que Washington investigará o que considera um “roubo” contra as empresas americanas.

Com informações de forbes.com.br.

TAGS: Segurança

PUBLICIDADE

300 × 250
AdSense / Advanced Ads

Leia também

Colunistas

Advogado, autor, professor e palestrante focado na transformação digital da sociedade. Especializado em Direito Civil e atuante no Direito Digital e Empresarial.

Geral

PSOL confirma Afrânio Boppré como candidato ao Senado em SC