O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), comentou sobre a recente pesquisa Quaest, afirmando que uma eleição “não se elege pelos rejeitados”. A declaração foi feita durante um evento com empresários em Curitiba.
Na pesquisa, Caiado registrou um aumento nas intenções de voto, passando de 3% para 4% no primeiro turno. Ele se posiciona ao lado de Renan Santos, do Missão, que permaneceu com 3%, e Romeu Zema, do Novo, que ficou com 2%. Em uma simulação com o presidente Lula (PT), Caiado alcançou 36%, um ponto a mais em comparação ao mês anterior.
Durante a reunião na Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Caiado reforçou que a sociedade busca líderes que demonstrem capacidade e comprometimento, mencionando que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro estão entre os mais rejeitados. “Uma eleição não se elege pelos rejeitados, mas por quem pode apresentar soluções para o Brasil, especialmente em tempos de crise política”, destacou.
Caiado também enfatizou a importância de tratar de temas como economia, segurança, educação e infraestrutura, apontando a relevância desta eleição como uma das mais importantes da história do país. O pré-candidato fez referência ao apoio do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), o que ele considera uma grande credencial para sua candidatura, mencionando que ambos competem por melhorias em áreas essenciais.
Em sua fala, ele voltou a tocar na questão das rejeições, questionando a importância dos números, mas ressaltando que a eleição deve focar em propostas concretas. Além disso, criticou a polarização e a falta de debate sobre questões que realmente importam à população, como endividamento e perspectivas para os jovens.
A pesquisa Quaest, divulgada recentemente, mostra Lula liderando com 45% das intenções de voto no segundo turno, em comparação aos 37% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de oito pontos. O levantamento, realizado entre 10 e 13 de julho com 2.004 entrevistados, possui margem de erro de dois pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.
Com informações de g1.globo.com.









