Na madrugada deste domingo (5/7), cerca de 20 joias da renomada coleção do Museu Lalique, um ícone do luxo francês, foram furtadas em Wingen-sur-Moder, no nordeste da França. As peças, criadas pelo famoso vidreiro e joalheiro René Lalique (1860-1945) e por seus sucessores, podem ter um valor estimado em até 4 milhões de euros, conforme informações de investigadores.
O roubo foi divulgado pela fabricante de artigos de luxo Lalique, que é responsável pela administração do museu. Este furto acontece poucos meses após uma ação de grande destaque no Museu do Louvre, em Paris, onde criminosos também levaram joias avaliada em cerca de US$ 102 milhões, em um assalto veloz que levantou questões sobre a segurança dos museus no país.
De acordo com a apuração, o ladrão, ou um grupo de criminosos, conseguiu entrar no Museu Lalique por volta das 5h30 (horário local) e foi diretamente à sala onde estavam as joias em exposição, o que sugere que os invasores já conheciam o local.
Ainda não há informações sobre a identidade dos suspeitos ou se algum dos objetos foi recuperado.
Museu ficará fechado
Após o incidente, o Museu Lalique anunciou em seu site oficial que permanecerá fechado por alguns dias devido ao arrombamento. A instituição destacou a importância da experiência dos visitantes e solicitou a compreensão de todos.
Inaugurado em 2011, o museu localiza-se próximo à fábrica da Lalique e preserva o legado de René Lalique, um dos expoentes da joalheria e das artes decorativas francesas. Seu acervo conta com mais de 650 obras, abrangendo joias em estilo Art Nouveau, frascos de perfume, peças em vidro Art Déco e cristais contemporâneos, refletindo a evolução artística de René e de seus sucessores.
Com informações de metropoles.com.








