
De acordo com informações do portal g1.globo.com, um grupo criminoso utilizava registros civis de indivíduos já falecidos, com ênfase em certidões de nascimento que não possuíam anotação de óbito, para criar novas identidades. Com esses documentos fraudulentos, era possível emitir carteiras de identidade, habilitações para condução de veículos (CNHs) e até abrir empresas em nome dessas pessoas falecidas.



