O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, já investiu R$ 116 mil em impulsionamentos nas redes sociais em 2026, visando o público jovem e eleitores das regiões Sudeste e Nordeste. Os dados foram obtidos através da biblioteca de anúncios da Meta e mostram um aumento significativo no investimento conforme as eleições se aproximam.
Somente na última semana de agosto, Cury gastou R$ 43.926 em anúncios. Essa estratégia tem como objetivo alcançar mais jovens, com crescimento nas intenções de voto, passando de 2% para 10% nas duas últimas pesquisas da Quaest. Entre os eleitores mais jovens, suas intenções aumentaram de 1% para 14%, enquanto no Nordeste, o candidato subiu de 2% para 11%.
Crescimento nas Redes Sociais
Postagens sobre o primeiro debate presidencial, realizado em 23 de agosto, se destacaram entre os conteúdos impulsionados. Cury teve um aumento expressivo de visibilidade nas redes sociais, ganhando 1,8 milhão de seguidores de 14 a 27 de agosto. Os gastos com impulsionamento estão alinhados com as informações apresentadas em sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A dinâmica de público também mudou, com a faixa etária de 18 a 24 anos representando 36% das impressões. O Sudeste, que antes concentrava a maior parte das visualizações, viu sua participação cair de 44,1% para 19,7%, enquanto o Nordeste aumentou de 31,1% para 54,6%.
Resultados das Pesquisas
No cenário das intenções de voto, Cury ocupa a terceira posição, com 10%, segundo pesquisa divulgada no dia 2 de setembro. Ele está à frente de adversários como Renan Santos (3%) e Ronaldo Caiado (1%). Entre os jovens, seu desempenho é ainda mais forte, alcançando 14% na faixa etária de 18 a 24 anos.
Até o momento, seu maior investimento em impulsionamento foi em um vídeo de apresentação no debate. Cury se posiciona como o “psiquiatra mais lido do mundo”, ressaltando a importância de desenvolver uma equipe competente para o país. O candidato negou, em recente pronunciamento, o uso de robôs para alavancar o engajamento em suas redes sociais.
Com informações de g1.globo.com.










