
De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, uma recente pesquisa realizada pelo Datafolha, divulgada na última sexta-feira (22), revelou que impressionantes 88% dos eleitores que manifestam apreço pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acreditam que ele deve continuar na corrida presidencial. Essa percepção persiste, mesmo após os desdobramentos do controverso caso denominado “Dark Horse”, associado à cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O levantamento mostra que, dentre os simpatizantes de Flávio, apenas 10% opinam que ele deveria abrir mão da candidatura, enquanto 2% se disseram indecisos quanto à sua posição. Na visão mais ampla, considerando a amostra geral da pesquisa, 48% dos entrevistados acreditam que o senador deveria desistir e apoiar outro candidato. Já 44% defendem sua continuidade na disputa, e 8% não conseguiram formular uma resposta.
A pesquisa também evidenciou que 72% dos eleitores de Flávio estão cientes do caso em questão, um percentual superior aos 64% da amostra total que demonstrou conhecimento sobre o tema. No que diz respeito ao comportamento do senador ao solicitar auxílio financeiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, 53% dos potenciais eleitores o apoiam, considerando sua atitude adequada. Por outro lado, 37% desaprovam sua ação, enquanto 10% não se pronunciaram sobre o assunto.
Em contraste, na amostra total, 64% dos entrevistados manifestaram desaprovação em relação às ações de Flávio, 25% consideraram-nas aceitáveis e 11% não souberam avaliar. Perturbadoramente, entre os apoiadores do senador, 67% afirmaram que suas convicções sobre ele não mudaram após a divulgação das conversas controversas, enquanto 18% admitiram que sua confiança foi abalada. Por sua vez, 14% expressaram que seu grau de confiança aumentou, e 1% permaneceu em dúvida.
Por fim, a metodologia da pesquisa foi robusta e abrangeu um total de 2.004 entrevistados em todo o Brasil, realizada entre os dias 20 e 21 de maio. A margem de erro está estipulada em dois pontos percentuais, tanto para cima quanto para baixo, e o índice de confiança da pesquisa é de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios da instituição e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07489/2026.



