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Aclara anuncia lançamento da extração comercial de elementos estratégicos em Goiás previsto para 2028.

Por Portal WF
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De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, a Aclara Resources planeja iniciar a produção de terras raras no projeto Carina, localizado em Goiás, no segundo semestre de 2028. Este prazo foi determinado por um estudo de viabilidade divulgado pela empresa na segunda-feira, dia 13.

O cronograma prevê que as obras preliminares comecem no terceiro trimestre de 2026 e que a construção avance ao longo de 2027, culminando no comissionamento da operação no primeiro semestre de 2028. O investimento total estimado para colocar o projeto em operação é de aproximadamente US$ 780,9 milhões, valor que já inclui uma margem de contingência. Esse número representa um incremento de US$ 100,4 milhões em relação à previsão anterior da empresa, uma diferença atribuída principalmente a flutuações cambiais, inflação e melhorias na precisão dos dados de engenharia.

O projeto Carina está projetado para ter uma vida útil de 18 anos, com uma produção média anual de 4.378 toneladas de óxidos de terras raras em concentrado misto. Dentro desse total, a Aclara estima que 1.191 toneladas por ano sejam compostas de neodímio e praseodímio, juntamente com 156 toneladas de disprósio e 27 toneladas de térbio. Esses dois últimos são considerados elementos raros e estratégicos para a fabricação de ímãs permanentes de alta performance.

Destacando-se como um dos principais ativos da companhia, o projeto Carina foi identificado como um dos desenvolvimentos mais avançados em argila iônica fora da China. Além disso, a operação deve apresentar custos e impactos ambientais inferiores se comparados às jazidas de rocha dura. A Aclara têm planos de integrar sua operação em Goiás a uma futura planta de separação em Louisiana, Estados Unidos.

O processo projetado prevê que o Brasil produza um carbonato misto de terras raras com alta pureza, que será transferido para a unidade nos EUA para separação em óxidos individuais, os quais serão convertidos em metais e ligas utilizadas na fabricação de ímãs. Essa estratégia visa estabelecer uma cadeia de fornecimento independente da China, embora a etapa mais rentável do processo inicial esteja programada para ocorrer fora do Brasil.

Uma receita líquida anual média estimada para o Carina é de US$ 599 milhões, com um EBITDA (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) médio anual próximo a US$ 460 milhões. Este indicador financeiro é comumente usado para avaliar a capacidade de geração de caixa das empresas. O custo estimado de produção foi calculado em US$ 13,1 por tonelada processada.

O estudo da Aclara utiliza projeções de preços da Argus Media com base em referências europeias, excluindo a China, em um momento em que a empresa se dedica à construção de cadeias de suprimento para terras raras pesadas. No entanto, esse aspecto também é identificado como um dos principais riscos comerciais do projeto. Os preços podem não corresponder ao cenário previsto, e a estrutura de fornecimento fora da China ainda está em fase de desenvolvimento, trazendo incertezas.

Outros riscos incluem o aumento potencial dos custos da futura planta de separação nos EUA, que poderia impactar o valor envolvido no processamento do projeto em Goiás. A Aclara detalhou que o Carina foi projetado para realizar lavra a céu aberto, utilizando desmonte com explosivos para aproveitar a natureza friável da argila iônica. O processo, segundo a empresa, não requer britagem, moagem ou barragens de rejeitos.

A extração envolverá uma lavagem do minério com uma solução de sulfato de amônio para liberar os elementos de terras raras, enquanto 93% da água utilizada será recirculada. Além disso, a companhia finalizou uma campanha piloto em escala semi-industrial em Goiânia, que validou os parâmetros do processo e aumentou a pureza do produto. O concentrado misto do projeto, que inicialmente apresentava 91,9% de pureza, foi elevado para mais de 95%, alcançando até 97,7% no balanço de massa do projeto.

Por fim, o estudo menciona apoio financeiro de acionistas como Hochschild Mining e CAP, além de um aporte de até US$ 5 milhões da U.S. International Development Finance Corporation (DFC) para o desenvolvimento do projeto. A agência americana ainda mantém a opção de um investimento futuro, caso a Aclara busque uma nova rodada de financiamento que ultrapasse certos limites.

Este panorama do projeto Carina da Aclara Resources destaca o potencial do Brasil na produção de terras raras, com um foco na sustentabilidade e na redução de custos e impactos ambientais.

Referência técnica: www.cnnbrasil.com.br
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