
De acordo com informações do portal g1.globo.com, o delegado Rodrigo Bueno Gusso, que lidera a investigação, relatou que uma mulher se integrou a uma comunidade religiosa, onde foi acolhida e recebeu assistência financeira. Posteriormente, ela foi recebida por uma família, com a qual conviveu nos últimos 14 meses, e teve acesso a uma vida confortável.



