
De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, o Comando Central dos Estados Unidos, conhecido como CENTCOM, anunciou um suporte ao chamado “Projeto Liberdade”, uma iniciativa do presidente Donald Trump destinada a libertar embarcações detidas no Estreito de Ormuz. O Exército dos EUA fez esse comunicado recentemente.
A operação, que começa nesta segunda-feira, tem como objetivo "proteger os navios comerciais que necessitam navegar por esse importante corredor do comércio global", conforme declarado em um aviso oficial emitido na noite de domingo.
O comandante do CENTCOM, almirante Brad Cooper, destacou que "o nosso auxílio nesta operação defensiva é crucial para garantir a segurança da região e a estabilidade econômica mundial, enquanto simultaneamente mantemos o bloqueio naval".
O plano militar americano para essa missão inclui a mobilização de destruidores equipados com mísseis guiados, além de um destacamento de mais de 100 aeronaves tanto de bases terrestres quanto navais, envolvendo cerca de 15 mil soldados, segundo o comunicado oficial.
Uma fonte do governo dos Estados Unidos esclareceu à CNN que o “Projeto Liberdade” não deve ser considerado como uma operação de escolta para os navios. Adicionalmente, o CENTCOM revelou que uma nova estratégia apresentada pela secretaria de Estado, chamada Maritime Freedom Construct, será instrumental durante a execução do Projeto. Esta estratégia pretende facilitar o intercâmbio de informações que garantam a segurança no estreito e combinar esforços diplomáticos com a coordenação militar.
Trump também anunciou que os Estados Unidos começarão a “guiar navios pelo Estreito de Ormuz” nesta segunda-feira, descrevendo essa iniciativa como um "ato humanitário", que deveria beneficiar não só o Irã, mas também outros países do Oriente Médio. O presidente americano frisou que estas embarcações provêm de nações "que não estão de modo algum envolvidas" no conflito no Oriente Médio.
Ele relatou que "nações de diversas partes do mundo, quase todas não envolvidas nas disputas do Oriente Médio", solicitaram ao governo dos EUA a liberação dos navios retidos. "São apenas observadores neutros e inocentes!", publicou Trump em sua rede social, Truth Social.
Ele ainda afirmou que, “para o bem do Irã, da região e dos Estados Unidos, informamos a estas nações que iremos assegurar a passagem segura de seus navios através das vías navegáveis congestionadas, para que possam prosseguir livremente com suas atividades comerciais”.



