
Líderes Mundiais Reagem a Tentativa de Assassinato de Trump Durante Jantar na Casa Branca
De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, líderes de diversas nações expressaram sua indignação em relação à violência, aliviados por saber que o presidente norte-americano, Donald Trump, e os participantes do jantar dos correspondentes da Casa Branca estão a salvo após tiroteios que ocorreram no evento.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, utilizou a plataforma X para compartilhar que sua esposa e ele ficaram "chocados" com a tentativa de homicídio contra Trump na noite anterior, em Washington, D.C. Ele também manifestou seu alívio por saber que o presidente e a primeira-dama estão bem, desejando uma recuperação rápida para o policial ferido, ao mesmo tempo em que elogiou a atuação rápida do Serviço Secreto dos Estados Unidos.
Em uma declaração no mesmo aplicativo, a presidenta em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, também condenou a agressão contra o presidente Trump e sua esposa, Melania, expressando sua desaprovação por tais ações.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, ressaltou que “a violência nunca deve ser a resposta” e desejou saúde a Trump e à primeira-dama em uma publicação separada. De maneira similar, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, fez eco às preocupações, afirmando que “a violência política não tem lugar em nenhuma democracia” e estendeu suas condolências a todos os afetados pelo ocorrido.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também se manifestaram, expressando alívio pela segurança de Trump. Modi condenou inequivocamente a violência, afirmando que não deve haver espaço para tais atos em uma democracia.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, informou a agência de notícias WAFA que rejeita todas as formas de violência e condenou o incidente. Da mesma forma, o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos qualificou o ataque como um “crime deplorável”.
O ataque ocorreu em um contexto de incertezas. O alvo do incidente de sábado (25) ainda não está claro.
A repercussão do ataque não se restringiu somente a líderes da América, mas abrangiu também figuras políticas europeias. O presidente francês, Emmanuel Macron, caracterizou o incidência como “inaceitável”, reafirmando que “a violência não tem lugar em uma democracia” e oferecendo a Trump seu “total apoio”.
Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, descreveu os acontecimentos da noite anterior como “profundamente perturbadores”, enfatizando que a “violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada”. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, expressou estar “chocado” com os eventos ocorridos e reforçou que qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser veementemente condenado.
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, declarou que “a violência não tem lugar na política, nunca” e expressou gratidão pela rápida resposta da polícia e dos socorristas em garantir a segurança dos presentes. Kaja Kallas, chefe da diplomacia da União Europeia, lamentou que um evento destinado a honrar a liberdade de imprensa se tornasse um pátio de medo, desejando a recuperação do agente do Serviço Secreto ferido.
Por fim, o primeiro-ministro da Suécia, Ulf Kristersson, expressou alívio pela segurança de Trump e dos demais convidados, enviando seus pensamentos a todos os afetados pelo incidente, incluindo jornalistas suecos que participaram do jantar. O primeiro-ministro húngaro cessante, Viktor Orbán, próximo aliado de Trump, revelou estar “preocupado com as notícias” e ofereceu suas “pensamentos e orações” ao presidente e à primeira-dama dos EUA.



