
De acordo com informações levantadas pelo www.cnnbrasil.com.br, a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou, na última sexta-feira (17), a primeira morte em decorrência da dengue no estado em 2026. A vítima, uma mulher de 83 anos, já tinha comorbidades e residia em Jacutinga, uma cidade no Norte do Rio Grande do Sul. Este óbito foi registrado no dia 15 de janeiro.
Esse evento trágico acendeu um alerta sobre a proliferação do vírus da dengue na região e enfatizou a necessidade de medidas preventivas. A Secretaria de Saúde ressaltou a importância de buscar atendimento médico imediatamente ao perceber os primeiros sintomas da doença, que incluem febre alta, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, mal-estar geral, náuseas, vômitos, diarreia e erupções cutâneas, que podem ou não coçar.
A transmissão da dengue ocorre principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água estagnada. Por isso, a população tem um papel crucial na eliminação de criadouros e no controle da disseminação da doença.
Quanto à vacinação, está em uso no estado a Qdenga, imunizante fabricado pela farmacêutica japonesa Takeda. Em um esforço contínuo para combater a dengue, o Ministério da Saúde também está introduzindo uma vacina nacional desenvolvida pelo Instituto Butantan.
Até agora em 2026, foram registrados 596 casos de dengue no Rio Grande do Sul, com um único óbito. Em contraposição, o mesmo período do ano passado viu 20.573 casos e 13 mortes. Vale destacar que 2024 foi marcado como um ano crítico para o estado, com 209.669 casos confirmados e 281 mortos devido à dengue.
Manter-se informado e tomar precauções podem ajudar a proteger a população contra essa doença que continua sendo uma preocupação de saúde pública.



