
De acordo com informações levantadas pelo g1.globo.com, o governador Cláudio Castro se defendeu da acusação de estar ligado a Arthur, um nome associado a investigações em andamento. Durante declarações recentes, Castro afirmou não ter qualquer conhecimento sobre esse indivíduo, reiterando que sua viagem foi realizada a convite de seu amigo e advogado, Willer Tomaz.
Ele enfatizou: "Jamais ouvi falar desse Arthur. Para mim, o verdadeiro proprietário do avião sempre foi Willer." Nesse contexto, Castro mencionou sua familiaridade com Vorcaro, mas esclareceu que essa relação se limitava a encontros em eventos internacionais, onde nunca houve uma discussão sobre a gestão da RioPrevidência. Como ele próprio destacou, "Nem mesmo com o presidente da RioPrevidência eu discutia sobre esse assunto, já que ele tinha sua autonomia. Apenas tive dois diálogos com Deives."
Cabe lembrar que Deives foi nomeado pelo governador, mas ele alegou não ter recordação sobre o processo que resultou em sua indicação. Fontes que atuam no Palácio apontam Carlos Rueda, presidente do União Brasil, como responsável pela escolha. Castro, por sua vez, acrescentou: "É possível que eu tenha consultado o Rueda, mas a decisão não partiu dele. Eu tinha cerca de 500 indicações em mãos."
Dessa forma, o governador procura distanciar-se de quaisquer vínculos com as investigações, enfatizando sua falta de conexão direta com as figuras mencionadas e reafirmando sua postura independente na gestão da RioPrevidência. Esse episódio traz à tona questões sobre a dinâmica das nomeações e as relações políticas que moldam a administração pública.
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